Eu, Tu e os meus sapatos

Louca pela vida. Louca por ti. Louca por escrever. Louca por sapatos.

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tudo o que vou dizendo por aqui

E o aniversário da Mini Me?

Daqui a nada a gaiata faz outra vez anos e as fotografias deste aniversário ainda aqui andam penduradas… Fazemos parte do grupo de lunáticos que acha que fazer as festas em casa é que é… assim, juntaram-se mais de 50 party animals (não, não estavam todos na foto!) cá por casa, entre miúdos e graúdos! Uma coisa é certa, se todos se divertiram como nós (e eu acho que sim!)

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Foi um ano de luz…

A poucas horas do fim de 2016, penso em fazer um balanço como (quase) nunca faço. Foi um ano de tempestades, de notícias muito más, de notícias más e de horas (e dias) de espera difíceis. Mas foi um ano de luz. Porque acreditámos sempre. Acreditámos que o melhor estava para vir. E de mansinho, o melhor foi chegando. Aos poucos. Timidamente. E sem certezas. Com mais umas quantas chuvadas

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Com um vestido amarelo…

A história de uma saída a correr para se comprar um presente de baptizado. “Ah e a minha sobrinha que começou agora a trabalhar está cá em casa, aproveita e vai comigo para a ajudar a comprar umas peças novas.” E o vestido amarelo. Para ela. E para mim. Para todos os dias. E para um dia de festa. Cadeira imperdível e fotografias do Pau, que uns acusam de fotógrafo

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4 melhores amigas e 4 meninas. E mais uma a caminho.

Todas tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais. Quatro melhores amigas. Madrinhas. Apoios. As mais tudo. Às vezes (muitas vezes) a nossa realidade é tão só e apenas esta… Mas estamos cá tooooodos os dias. A duas, a três ou a quatro. Ao telefone, num email ou, claro, no whatsapp. Mas vai que as quatro melhores amigas só têm (até à data) meninas. E nas últimas ocasiões juntas, toda

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Verão e as Fragas de São Simão.

O Verão terminou. Oficialmente. E eu recordo – nostálgica e até melancolicamente, a frescura e beleza das Fragas de São Simão. Regressou o céu cinzento. Ainda de mansinho. Mas de forma inevitável. Regressaram os dias curtos e frios que não chegam para nada. Que não chegam para o sol aparecer e querer ficar. Que não chegam para roupas leves. Que não chegam para cabelos molhados que secam com o vento

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Um teatro de sombras

“O mago usou a sua imaginação e, com uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Depois, ordenou que, no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol, de modo que deixasse transparecer a luz.” É difícil a decisão. Ou o equilíbrio. Escrever ou não escrever. Partilhar ou não partilhar. A exposição clara mas também consciente de que não é

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As ostras. O soninho. E a vista.

A primeira semana de férias foi provavelmente a melhor da vida dela. Férias com as melhores amigas de manhã até à noite?  Foram dias felizes, muito felizes, mas verdadeiramente estafantes. E a única noite a três, depois dos dias com as amigas e antes dos dias com o amigo, foi de regresso às ostras. E à vista mais fenomenal. E a um jantar a três… Que antes de começar, ainda

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A sopa da Noélia

A ansiedade pré-férias é sempre geral. E depois passa. E aparecem ainda mais sorrisos e gargalhadas. O sol, o mar, a piscina. Os mergulhos e os cabelos salgados. Os biquínis aos folhos e os fatos-de-banho matchy-matchy mãe e filha. E os calções também! Os olhos dele a ficarem verdes e as madeixas dela a dourarem. E eu a ficar negra que meto medo. Os dias que passam mais devagar em Cabanas de Tavira. O

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A saudade recebe-se de braços abertos.

A saudade recebe-se. De braços abertos. Sempre. Às vezes é um cheiro. Dizem que sim, que é um dos mais efectivos activadores da memória. Noutras uma música. Ou uma paisagem. Às vezes é apenas um suspiro. Daqueles que o vento nos sopra ao ouvido. E a saudade chega. Por vezes de rompante, como quando nos atiramos ao mar frio batido porque, se for devagarinho nunca mais se ganha a coragem,

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A vida a ser vivida

Não quero escrever com meias palavras e por isso não escrevo. Mas preciso de. Não vivo pela metade, não sobrevivo e não passa um dia em que me deite na cama a pensar que não usufruí de cada minuto desse dia. Assim, quando as circunstâncias da vida me condicionam mais do que gostaria, não escrevo. Quando há tanto a acontecer ao mesmo tempo que não sobra tempo para registar as emoções

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