Eu, Tu e os meus sapatos

Louca pela vida. Louca por ti. Louca por escrever. Louca por sapatos.

Últimos posts

tudo o que vou dizendo por aqui

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Já perdi a conta ao número de vezes em que acreditei que os posts mais antigos deste Blog iam voltar. Da mesma forma que nessas ocasiões existiram motivos que me levaram a acreditar nisso, também a existência de outros motivos – mais ou menos conscientes, mais ou menos  propositados, mais ou menos dependentes de mim, veio a impossibilitar a continuidade desta partilha. Por um lado, não sei se mais de

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#booklover | o domador de leões

E o que é que andas a fazer nas férias? Em primeiro lugar, detox. Desenganem-se. Não ando metida em sumos cor-de-Shrek. Detox de telemóvel. Forçado, sim. Mas maravilhoso. É pré-requisito para estar no nosso cantinho do céu. Depois, olhar para o céu. E procurar labaredas. Que felizmente não se vêem e acalmaram. Ontem fechámos as portadas com um céu cinzento mas hoje acordámos com um céu azul maravilhoso. A seguir?

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sofá, chá e uma manta | broadchurch

Broadchurch tem à partida tudo para me agarrar ao sofá começando logo pelo british accent que me encanta. Mas bem, ninguém vê uma série pelo sotaque dos actores e a verdade é que basta dizer que é um policial e então sim, estou na minha praia. O primeiro episódio começa com a morte misteriosa de um rapaz numa vila à beira-mar (Broadchurch) e a primeira temporada gira toda em torno

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Nosso Senhor dai-me paciência

Ontem deixei-o na sala a ver mais um qualquer documentário sobre Alimentação no Netflix… Quando me levantei (do sofá, entenda-se) estava a chegar à mesma conclusão que chego quando vejo ou leio mais uma qualquer reportagem sobre o tema – saudável saudável é comer pedras da calçada (viver do ar não vale porque está poluído). Entretanto ao pequeno-almoço e porque tinha acabado o leite (nós e a mania do Vigor…)

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Uma Drama Queen e a Pisamonas Salvadora da Pátria

No Verão não falha. Entre outros modelos de sandálias, todos os anos a Maria tem um par de menorquinas para usar (invariavelmente da Pisamonas). São confortáveis, intemporais, têm a sola em borracha e ficam bem com tudo. Já teve camel, douradas (e na altura resisti – estupidamente, a comprar umas também para mim), brancas e, no ano passado, e aproveitando a encomenda de feijões para o Inverno, comprei umas em

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Quatro semanas de Rodrigo sem filtros.

Já sabíamos que o que viesse seria incomparavelmente mais difícil que a irmã. E por quê? Ela foi mesmo sempre um nenuco. Era um nenuco. Mas respirava. E fazia cocó a sério. E mamava como gente grande. E era aqui que terminavam as suas características de bebé real. Não chorava. Mesmo nunca. De nada e por motivo algum. Adormecia sozinha e literalmente de qualquer maneira. Dava zero, mas mesmo zero,

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Crazy little thing called love

Amor. De avós. Do avô que mantém o ritual que começou com o nascimento dela. Ver os netos todos os dias em modo visita expresso. Tenho a sensação de que só quer (precisa?) confirmar que estão vivos e respiram, tal não é a celeridade (e obrigatoriedade) da espreitadela. Entre tocar à campainha e voltar a sair, devem tardar não mais que dez minutos.A avó. A Avó. Aquela que me deixa

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Três semanas de Rodrigo

Há uns instantes. Três semanas de Rodrigo.  Espera. Foi há uns instantes que ele nasceu ou foi há uns instantes que fez três semanas que ele nasceu? Já? E como é que foi? Não sendo querendo ser repetitiva, vou contar a mesma história porque aparentemente isto da forma do bolo ser a mesma é mais do que ditado popular. Indução. Controlada à distância pela médica que estava em consulta e

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O Rodrigo nasceu.

O amor? Bem, o amor é infinitamente igual ao amor infinito por ela. Atrevo-me a dizer que mais rápido ainda. Como se o meu coração fosse como o nosso útero e, já sabendo para o que vai, se expandisse ainda mais depressa.

É assim um misto de manatim com boto*

*divirtam-se com este diálogo É isso. Foi assim que me vi quando abri a pasta destas fotografias. Começou tudo no domingo. Ele foi a mais um workshop com o Pau e chegou a casa a dizer que havia um cenário espectacular para fotografar e que tínhamos mesmo de lá ir. Ora, eu estou de 39 semanas. O “ir” tinha de ser assim para ontem. Mas depois começam os “se” e

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