Eu, Tu e os meus sapatos

Louca pela vida. Louca por ti. Louca por escrever. Louca por sapatos.

Últimos posts

tudo o que vou dizendo por aqui

H O P E

Amor. Amar. Esperar. Acreditar. Esperança. E é disto que é feita a vida. De amar e ser amado. De esperar e acreditar. De ter esperança. E, acima de tudo, de saber ser feliz nessa esperança. Não é depois de amanhã. Não é quando ela ficar curada. Não é quando nos casarmos. Não é quando arranjar um emprego a sério. Não é quando engravidar. Não é. Mesmo. É fazer tudo o

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A bipolaridade da (minha) maternidade (à vista dos outros)

Grávida de 33 semanas. Para quem ainda não esteve neste estado baleiês ou casado com alguém nesta condição (e não é profissional de saúde), quer isto dizer que estou grávida de 8 meses. Faltará um mês e meio para a criança nascer, mais coisa menos coisa. (Ficam já a saber também que quem criou o mito que diz que a gravidez dura 9 meses nunca esteve grávido.) Há algumas semanas

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Últimos dias de Neve e a Casa das Penhas Douradas

Esbardalhanço no alcatrão gelado à parte (o da grávida e mesmo de frente com a barriga a fazer de amortecedor), e este foi um dos melhores fins-de-semana dos últimos meses! E se os nossos fins-de-semana já são bons! (Bem, entretanto já tivemos vários fins-de-semana igualmente espectaculares!) Culpa do frio (ou da vontade?), não houve fotografias “das boas”. O hotel era excepcional, as pessoas (do hotel) mais ainda! Um atendimento super

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sofá, chá e uma manta | blacklist

É verdade. Nem eu sou de mantas nem o tempo está para chá, mas como parece que a chuva vai aparecer por uns dias, não há desculpa melhor para aterrar no sofá. Anda tudo a vibrar com o 13 e qualquer coisa e a miúda que se matou… nós tentámos e desistimos a meio do primeiro episódio. Já me disseram que ao terceiro a coisa arriba, a ver se lhe

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A minha mãe, antes do Dia da Mãe

Eu nunca pensei “raios, quando for mãe não vou ser nada igual a ti!”. Nunca. Nem mesmo durante aqueles anos loucos da adolescência em que, juntamente com as hormonas, baixou em mim um qualquer espírito demoníaco e conseguia discutir com a minha mãe descontroladamente e por razão nenhuma (e deixar o resto da família lá de casa a sentir-se na Faixa de Gaza) dia sim, dia sim. Juro. Dia sim,

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Adegga WineMarket Porto

É este fim-de-semana!  Devido às várias festividades e à natural impossibilidade de me encher de vinho, infelizmente não estarei presente (e ainda por cima levam-me o Daniel e a Carla que à conta dos vinhos vão faltar ao meu aniversário). Mas quem é do Porto ou está lá perto, não pode mesmo deixar de participar neste evento! Este sábado, no Porto Palácio, podem provar (e comprar) os melhores vinhos de 60 produtores

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Os fatos de banho estão aí!

Primeiro apareceram devagarinho e depois foram invadindo as vistas e as paisagens. Mais tarde ou mais cedo havia de me render! Há dois anos foi assim… a estreia!   No ano passado, a duas… E este ano, correndo o risco de parecer um pequeno cachalote, será assim: Ou se calhar viro uma bolinha vermelha… E por que não uma pequena hipopótama albina? Hopiness aqui!

p.u.r.a. matchy matchy

Foram os primeiros dias de Primavera. Passeio, gargalhadas, beijos e abraços. E muitas, muitas, muitas fotografias.   [T-shirts giras Pura; jeans mini me Lanidor; jeans me Salsa; camisas ganga Lefties, carteira Bimba y Lola]

A morte é feia como tudo.

A morte é feia como tudo. É feio o processo que na maioria das vezes culmina na morte. É feio o processo de luto que a sociedade entende como normal. Mas a morte. Aqueles instantes. É feia. É assustadoramente maquiavélica, cruel, medonha. Ver a morte nos olhos conscientes de quem amamos é o nosso pior pesadelo. A morte dorida e dolorosa, crua e real, é – para os que estão

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7 anos depois, agradecer.

Lembro-me da voz da mãe ao telefone. Lembro-me da velocidade com que pulei da cama. Lembro-me do que vesti. Lembro-me com uma exactidão métrica do local na A1 que estávamos a passar quando falei com o pai. Lembro-me da tia encostada à parede. Lembro-me dos estores fechados no teu quarto. E das cortinas corridas ao lado da cama. Lembro-me da voz da mãe e da calma com que falava contigo.

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