Eu, Tu e os meus sapatos

Louca pela vida. Louca por ti. Louca por escrever. Louca por sapatos.

Babywearing?

Confesso que eu, mãe de segunda viagem, não fazia ideia do que era isto do babywearing até há umas semanas atrás. Correcção, já todos ouvimos falar de panos, slings ou marsúpios, mas – do alto da minha ignorância, desconhecia todo o mundo, teorias e estudos por trás disto que – vim entretanto a saber – se chama babywearing. Que é, como quem diz, dar colo ao bebé. Só isso. Usar o bebé como se fosse uma parte de nós. Que é.

 

 

A Maria nunca gostou de colo, apertos ou grandes aconchegos – se aos dois meses dela me dissessem que se ia tornar na miúda mais mel, mais mimocas e mais adoradora de beijos e abraços que conheço – diria que não estavam a falar da minha filha.

Vai daí, bebé que não gosta de colo, também não adora slings e afins. De todo. Ainda experimentei, claro!, mas o espernear foi tal que desisti e não insisti – até porque na realidade não sentia essa necessidade: a Maria, não gostando de colo, tinha todo o meu colo e braços e mãos e tudo para ela.

Com o Rodrigo as coisas mudaram, a Maria já cá estava, os braços continuam a ser só dois e calhou que o puto até gosta de mimo e colo. Nada de exageros, nem de pedinchices, mas nunca recusa.

 

 

E é aqui que entra isto do babywearing. Da mesma forma que fiz com a irmã mais velha, pedi emprestado um porta-bebés e um sling para testar, ver se ele (e eu) gostava e fui à minha vidinha fazer uma caminhada. E o que é que eu fui fazer? O porta-bebés não era ergonómico, não era confortável nem para mim nem para o bebé, o porta-bebés era o demo em forma de porta-bebés.

À semelhança do que faço sempre (e já tinha previsto), caso o marsúpio fosse uma solução de compromisso porreira: confortável para mim, confortável para ele e que permitisse mãos livres para a Maria, ia mergulhar no mundo do babywearing à procura da melhor solução. E o que é certo é que já tinha uma opção em mente quando experimentei o porta-bebés emprestado.

Depois de pesquisar, estava muito inclinada para um modelo novo que ainda não tinha sido lançado.

 

 

Mas, melhor do que vos ter pedido opinião sobre a Ergobaby, foi, graças a esse pedido de opinião, ter sido abordada pela marca para experimentar a OMNI 360 (o tal modelo que tinha debaixo de olho) ainda antes de estar à venda. E, claro, fiquei rendida! Foi connosco de férias e tornei-me a maior fã desta mochila!

 

 

 

É super fácil e prática de usar (consigo colocá-la sozinha em segundos) – para caminhar, para ir buscar a Maria ao colégio, para ir às compras… É mega confortável para mim – não sinto pressão em nenhuma zona do corpo porque o peso está distribuído de forma perfeita (e acreditem que o gorducho já pesa)… É igualmente confortável para ele – só pode ser porque depois de o colocar na mochila demora 30 segundos a adormecer… E, muito muito importante, é totalmente ergonómico para o bebé em todas as posições disponíveis neste modelo – inclusive quando o bebé está virado para a frente (algo que ainda assim deve ser evitado pelo excesso de estímulos visuais para os pequenitos seres humanos que carregamos).

Entretanto vou ter uma novidade e nos próximos dias vou publicar um vídeo curtinho mas muito claro sobre a utilização e características deste porta-bebés!

 

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