18 de Novembro de 2011
Olhei para este texto inúmeras vezes. Li, reli, alterei, voltei atrás, alterei outra vez. Até que me consciencializei da realidade: é impossível apagar aquilo que sou de algo que escrevo. Com o nascimento da minha filha não deixei de ser eu, não deixei de ser racional, não deixei de ser mulher, não deixei de ser pessoa. Por esse motivo, seria impossível que este texto reflectisse aquilo que não sou… nunca