Eu, Tu e os meus sapatos

Louca pela vida. Louca por ti. Louca por escrever. Louca por sapatos.

Últimos posts

tudo o que vou dizendo por aqui

As ostras. O soninho. E a vista.

A primeira semana de férias foi provavelmente a melhor da vida dela. Férias com as melhores amigas de manhã até à noite?  Foram dias felizes, muito felizes, mas verdadeiramente estafantes. E a única noite a três, depois dos dias com as amigas e antes dos dias com o amigo, foi de regresso às ostras. E à vista mais fenomenal. E a um jantar a três… Que antes de começar, ainda

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A sopa da Noélia

A ansiedade pré-férias é sempre geral. E depois passa. E aparecem ainda mais sorrisos e gargalhadas. O sol, o mar, a piscina. Os mergulhos e os cabelos salgados. Os biquínis aos folhos e os fatos-de-banho matchy-matchy mãe e filha. E os calções também! Os olhos dele a ficarem verdes e as madeixas dela a dourarem. E eu a ficar negra que meto medo. Os dias que passam mais devagar em Cabanas de Tavira. O

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A saudade recebe-se de braços abertos.

A saudade recebe-se. De braços abertos. Sempre. Às vezes é um cheiro. Dizem que sim, que é um dos mais efectivos activadores da memória. Noutras uma música. Ou uma paisagem. Às vezes é apenas um suspiro. Daqueles que o vento nos sopra ao ouvido. E a saudade chega. Por vezes de rompante, como quando nos atiramos ao mar frio batido porque, se for devagarinho nunca mais se ganha a coragem,

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A vida a ser vivida

Não quero escrever com meias palavras e por isso não escrevo. Mas preciso de. Não vivo pela metade, não sobrevivo e não passa um dia em que me deite na cama a pensar que não usufruí de cada minuto desse dia. Assim, quando as circunstâncias da vida me condicionam mais do que gostaria, não escrevo. Quando há tanto a acontecer ao mesmo tempo que não sobra tempo para registar as emoções

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Mergulhos libertadores.

No mar. Ou na piscina. São libertadores por toda a cena poética associada a um mergulho de mar. Ou de piscina. Refrescam, limpam a areia e libertam a cabeça. Mas por cá, são libertadores de muitas (algumas) preocupações não tão poéticas. E transformam, verdadeiramente, alguns dos nossos receios em imagens idílicas ao melhor estilo locus amoenus. O salto. A leveza. A descontracção e coordenação. Dela. Sempre dela. E então são

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Dos dias que se transformam em noites.

Acordar cedo. Corrijo. Acordar anormalmente cedo e – pecado, num dia de férias. Toalhas, chapéus de palha, saladinhas e garrafas. De vinho, claro. Barco até à Deserta. Aproveitar uma ilha Deserta não tão deserta mas incrivelmente maravilhosa. Miúdos a rir, mergulhos no mar e muita areia nos biquínis. Depois o cansaço fez render o mais forte. Não houve tempo (coragem?) para banhos antes do restaurante e aterrámos nas mesas da Noélia.

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A inocência (dela)

Disse e repito. Ela não é a mais linda – se bem que esteja a ficar cada vez mais. Mas é, desde sempre, a mais doce. Chamar-lhe potinho de mel seria eufemismo. É a mais dengosa, a mais mimoca e a mais pura. Não quer ser a melhor, não tem maldade, egoísmo ou qualquer espécie de competitividade. É tão ingénua e apaziguadora que pede desculpa quando é a ela que

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Voltar. Do verbo ser. Feliz.

Voltar aos sítios onde se foi feliz. Uma e outra vez. Todos os anos. Várias vezes por ano. Vestir a mesma roupa e pegar nela ao colo no mesmo descampado. Tirar as mesmas fotografias e ser feliz.

L O V E By Him

Um dia chegou o dia. De voltar. Hoje foi o dia. Towel series. Or L O V E By Him. Always.  

Viver fora daqui

Os últimos tempos largos não têm sido propriamente fáceis mas não sou de lamechices. Mas como diz alguém que é muito querida, “não há vagar para estar doente” e eu aplico essa máxima a tudo o que é menos positivo. Vai daí, não há vagar para queixinhas. Por isso tenho vivido fora daqui. E quem diz daqui, é mesmo só daqui. As (outras) redes sociais são rápidas e fáceis. Mas

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